domingo, 4 de fevereiro de 2024

16 O que a fé transforma

No crer em qual se afiniza o espírito se o mundo nos agride com suas asperezas, podemos passar a sentir que deixamos marcas no caminho como tudo passa e o corpo volta ao pó da terra, sentimos o que estamos e nestes atos em auto confrontos ficam em nós essas marcas e algumas cicatrizes, insistimos nela como se nossa alma ansiasse por algo novo, que nos solicitasse um tanto promovendo-nos de um estágio primitivo para outro de melhor compreendermos  porque do nosso aqui e agora. 

Querendo algo que nos encante, quando do encontro , parece-nos que nos tornamos responsáveis pelo mesmo estado lirico e feliz junto com o outro, no mesmo encantamento, realizamos nosso histórico revendo acertos e erros, os aprendizados na dor que marcaram-nos, do aprendizado neste estado de ser, começamos a nos olhar profundamente, a crer e duvidar de nós mesmos, como fosse essa espécie de martírio o porto onde educado seja nosso discernimento.


No que crer nos perguntamos frente a vida, no primeiro pensamento volta-se a nós e nos avaliamos, crer em mim talvez seja o primeiro passo, aí como se abrem os portais das faculdades de alma, vou vendo e sentindo em mim toda criação fora e dentro, me extasio, um tanto compreendo e outro entendo que estou por aprender, porque vai me parecendo que o crer é algo de primeiro momento em ver sentir o que se sente, depois seguir em frente maturando essa força, vezes dormente em nós, é como se necessitasse ver em mim para crer em mim, sentindo o que me fez, porque por certo não me fiz sozinho, fui colocado neste caminho.


Como se seguisse uma luz não vista a princípio, na vida que nos trata como que moldando-nos para sermos fortes, perseverantes e resolutos mesmo que diante do que nos prove rudemente a nossa vista, agradecemos pois essa força que nos transporta do ponto que estamos agora para outro de maior completude, se não crer em mim, no que me transforma como força vinda de algo dentro, essa luz vira um pirilampo, que acende entusiasmada depois se apaga no desânimo, até que sobre o crer que me transforma em escolha arbitrada, estar e medida estar nela no saber porque estou minha alma se acomoda.


Agora um histórico de alma, declinado a pena para que se sinta o que a fé transforma, um menino bem pobre, mas o que é realmente pobreza? Espírito que se deixa aprisionar no egoísmo e desamor? Este chorava pelos cantos mais a ninguém permitia ouvir seu choro, sai cedo em tenra idade para as obrigações do seu trabalho, um trabalho bem simples, ritmado,repetitivo, mas almas em seu entorno alertavam, disciplina, disciplina, disciplina é o que está exercitando, e como tudo na existência tem causa em nós mesmos e efeitos, nas horas mais estafantes, mais ouvia essas almas que lhe mostravam diversos quadros


Na forma disciplinada do trabalho, resolves antigas pendências, mas as horas passavam tão lentas e seu coração ia se comprimindo em questionamentos cada vez mais abrangentes e profundos, repetia como um dever para o justo ganho e a tardinha bem cansado se acomodava em uma pequena mesa ao centro de pequena sala, com um solitário livro posto a vista, que nele lia e pouco entendia, mas como se tratava de trabalhar na disciplina, não só para o ganho do pão, mas também para o alimento do espírito, se dedicou a leitura


Lá encontrou diversas passagens que o confundia um tanto, a humanidade em número crescente era na faixa de bilhões de criaturas, mas ali dizia que somente uma pequena parcela seria de escolhidos, cento e quarenta mil para ser exato, o que lhe trazia algum desalento, tão poucos para a felicidade plena e os outros? A prova disciplinadora do seu mental se apresentava urgente, para que isso um tanto compreendesse.


Ah mais junto ao aprendiz parece ter sempre um mestre, como uma espécie de tutor que cuida com amor, e junto a essa companhia como uma voz de fala íntima que somente ele ouvia, que consolava ia aos poucos libertando da incompreensão, indicando direção, deste ponto ninguém pode tirar o conhecimento nem a força da fé de dentro transformativa, pois em si se crê como se soubesse do amor infinito que oportuniza vida


Sublime porta que abre – quando reconhecido no caminho essa força que a voz do tutor alertava através daquele livro que parecia ter sido colocado de forma proposital Que é fortaleza da fé quando pensa além de sentir o amar. Se te demoras entanto para entender por quem vives, no pranto que te aprisiona como água que te lava a alma, Crê naquele que a vida te deu – por missão tornar-te forte

E para que não pudesse esquecer rompendo tudo que aprisiona,  o tutor disse com todo cuidado. Nosso Pai perdoa enquanto ama, aos que não sabem o que fazem! O que muda a fé  disciplinada pela vontade? É uma descoberta de ti mesma alma querida, descubra-se amigo meu, pois a voz divina te ensina a olhar no teu coração… Isso é seu, é o que tens, é o que fazes, na fé que te torna um espírito de mais luz 


pax e lux



sábado, 3 de fevereiro de 2024

15 No vacilo da fé



Se perdoe quando a dúvida por teu vacilo surgir em sua vivência, mostre a ela a dimensão de vosso conhecimento de que o provedor de vida sempre oportuniza refazimento, quando nela nós nos deixamos a estrada se apresenta árida e o nível de provas angustioso e de aparência interminável, mas em tudo o progresso se apresenta e os passos do passado só retornam em seus efeitos brandos ou que nos marcam como tratamento a nossa alma. 

A cura surge quando ela dissipamos com nosso discernir sobre os feitos do criador em nós mesmos, se nela permanecermos a vida fica sem que seja graça misericordiosa do amor profundo e maior de Deus por todos nós, ficamos a deriva sem saber por onde ir, entretidos na nossa tristeza e fazemos assim da existência um ato pobre de nossa essência.


È semeadura a dúvida como um plantio de harmonia pouca, indicando colheita agora que poderia ser diferenciada, sem que se vacile, quanto ao futuro porque nós em no temporario corpo, deixado ao pó como lei divina, haveremos de reencontrar os amigos de fé e de coragem, que obrearam conosco na obra mais importante de nossa existência, o fluir de amar de nossas vidas, porque nos efeitos de ser amor tem consequentes de maior luz em nós mesmos.


Algumas vezes pontuamos história que no seu supremo amor, ofereceu-nos um redentor, mas não nos confundamos na missão que deu-se em obediência, veio para nos trazer palavras de vida que se eterniza, só não entendemos que falava ele todo tempo, da existência espiritual, confundimos muito como se em sua descida sacrificial, fossemos ser libertos sem nenhuma contribuição nossa, esse equivoco ja perdura por outros interesses que não de sua missão redentora;


Na sua força de fé no pai que o envia, não houve vacilo, muito embora tenhamos mal compreendido muitas de suas falas, por exemplo aquela onde ele diz ao pai “Afasta de mim esse cálice” não dando atenção ao seguimento”mas que seja feita a sua vontade” E antes de reassumir a esfera crística, perdoou “Pai perdoai-os eles não sabem o que fazem” Deixando assim a toda nossa humanidade energias de amor que foram sendo despertas nos corações e que de certo perdura por toda a eternidade.


Mas nossa fé vacilante diante dos desafios presentes parece-nos esfriar um tanto, perdemos aquele ímpeto entusiasmado quando da primeira vez que ouvimos falar de suas obras, nas palavras repletas de sabedoria, nos oferecendo a vista do Criador todo amor, e de sua presença sempre ativa em nosso caminhar vacilante, porém, como progredimos também em nossa fé pensamos, no que já nos ofereceu em oportunidades onde fizemos auto avaliações importantes, agregando em nossa postura diante da vida renovados valores.


Um caminho aberto – se desejares. Um espinheiro por vezes – que te ensina a verdade, Contas de uma lição – se unem teu coração. Cruz se a fé vacilar – peso se leva então, a fé que não vacila abre em nosso amor todo um tesouro para a alma, torna tudo mais leve e quando entregando nossa parcela de amor e esperança, nos fazemos uma espécie de presente para os espinheiros que nos provam, e deles brotam flores perfumadas na forma de ternuras generosas em bondade,isso impede que nossa fé vacile.


Fortalece quem ama trabalha e confia sendo indicativo de firmeza aos vacilantes, pois entendemos que o tesouro que mais importa parte do coração para a ação voluntariosa e ousada, sabemos que nossos irmãos que pernoitam na maldade são ousados, nós tímidos enquanto nós que nos  dizemos ou nos sentimos bons, não somos assim, ousados voluntariosos e deixamos em nós mesmos a permanência na sombra de nossos vacilos,  mas temos um tesouro a ser aplicado por lei de vida, fé que confia, não se oculta, lembra sempre do mestre de amor Jheosua para ser norte em nossas ações cotidianas



Uma prece bem singela  quando a insegurança agrida, um pensamento aos céus afasta todo negrume interno, como os pássaros que cantam a todo amanhecer do dia, deveríamos sermos nós agradecentes pela luz, pelo campo verdejante, pelos olhares bondosos a nós dirigidos, pelas falas consoladoras dos nossos amigos, por termos por parâmetro  modelo e guia Jesus, e tantos de seus prepostos como discípulos do seu amor, na terra encarnados ou nas esferas espirituais nos aguardando nelas.

Pax e lux


14 O que produz a fé


É luz que de si oferece

Transporta-se para além da própria forma por amar, anunciando seus valores de espírito como uma luminária no candieiro, creditando a si força em qual se ilumina, compartilhando sua condição de íntimo esforço discernitivo, sobre o que sinta no seu presente e de sua esperança futura. Oferece como créditos de si  em processo de superação em suas limitações, e a traz no coração para alavancar o trajeto onde se alcança a sublimação dos sentimentos.

É por ela que em Deus se espera oportunidades realizativas, acessa em si como força divina nos desafios que surgem, sente que o criador oferece vida e alimento, e mais, em oportunidades na vida, para o corpo o cuidado e para o espírito reconhecendo as respostas deste, ao coração, quando na postura de sincero aprendiz, dando o pão que alimenta o espírito outra como que semente surge, na forma de disposição ao serviço meritório no acomodar em suas ações a vivência caridosa.


Possuir fé não é esperar que divino realize por nós ou através de nós pois já nos ofereceu as ferramentas como instruções divinas que despertam aos corações que sinceros, se dobram a ele em louvor e adoração, nunca é esperar do céu enquanto se agridem em mágoas e desalentos contagiadores, e em percebendo a   morte, por idade avançada, ou intuição de sua proximidade, auto avalia de pronto seus feitos e já processa seu espírito para a continuidade da vida como somente espírito, em um corpo sutil, que sente no primeiro momento por impressão auto ajustável em equilíbrio discernitivo, que é o celestial segundo Paulo, antes Saulo.


Ela avalia a sublime estação de vida como quem está onde o criador determina, e se acomoda nos planos de elevação pelas experiências vividas, partilhando seus valores com outras consciências sem impor-se, pois sente que sua liberdade de amar e servir está atrelada ao respeito e consideração que a si deseja, na sua liberdade de amar respeita a dos seres que não se reconhecem nesta força divina da alma, e que o mundo só se renova a partir das disposições renovadas coletivamente. Doutra forma pode parecer uma voz que clama no deserto da indiferença.


A fé faz ver além da forma de dizer ou escrever e ler, é por fato que eleva releitura sincera de suas disposições de espírito, sua vista considera a dor em si e no semelnante mas vê além dela quando se capacida a mergulhar em sua essência que é divina para oferecer o que dessedenta, é consolo ao desalentado do caminho, sentindo-se oprimido pelo ambiente qual se prova, canta louvores desde a dor qeu sinta, torna a prova manifesto de beleza onde a coragem e a resignação usa como esteio para que mais de si compreenda, dentro da sua ciência das tantas moradas geradas pela criação divina, onde se acomoda toda a humanidade que se espalha por todo o universo.


É uma constatação que ocorre dia a dia, identificando  o que nos oportuniza o celeste senhor da vida, como que se nos lapida  pouco a pouco, pelas ferramentas que dispõe a toda alma, vontade com firmeza,a força da prece para que lucidez alcance, na prova rude a ser constatada a auto superação, no constante trato do bem dentro do auto amor, revestindo-se de luz irradiante de todos os matizes, não a vista física mas por produto de análise das hierarquias celestiais, que conduzem as humanidades planetárias 


E acreditando que após tanto presente o que nos espera na fé que nos leva adiante e não demora, quando diante de nosso próprio ser em corpo transitório onde muita vez predomina ao mental o ter, porém diante das nossas necessidades de ser o fruto de nossa fé, pensamos nas aquisições morais necessárias a que atinjamos os mundos mais felizes, onde ela em seu maior esplendor como que marca um encontro com a razão de tudo, o que fomos no nosso passado, o que recolhemos como enfeite em nós agora, e por ela também entrevemos o nosso futuro, em aprendizados elevando nosso espírito.


Ela produz serenidade em força construtiva diante de nossa existência infinda, estando no temporário nos anima para a continuidade do ser consciência de nós mesmos, depois do trânsito corpóreo físico, porque noutro espaço vibracional, já voltando para o mundo espiritual de onde somos ligados ao corpo, vamos levando na bagagem da experiência vivida, todas as alegrias das nossas vitorias sobre nós mesmos, em nosso constante e inevitável processo evolutivo.



Indica-nos por ciência precisa, “Que Deus é por nós o que será, pois contra nós? “

A fé então recepciona o pão celeste, sem ela levamos pedras por nossa própria conta.


namastê


13 A fé


Pode ter essa aparencia      -     ou essa
tu escolhes como abrigar em seu coração.

Alguém que nos chama de amigo muito embora seja o maior mestre de todos, sua humildade e ternura ao toque em nossos sentidos de sua voz com extrema autoridade moral, já é em si mesma ensino edificante, motivacional para uma interiorização profunda,  não bastasse isso seu olhar como que nos devassa a alma, como que desde sempre nos reconhecesse e amasse.

A quem em seu amor manifesto se dirige, traz lições imorredouras, nominou a nossa força de origem, que quando acessada por nós em consciência do que somos, nos torna possível o transporte para excluir de nós os montes obscuros do egoismo, sua fala toca fundo, seu olhar nos torna únicos, quando lemos o que dele foi transcrito nosso desejo mais intimo, é ser uma das ovelhas mesmo a desgarrada, encontrada por ele nas aflições da vida, quando nos acha por pura compaixão e em amor nos preenche de alegria, eis que me ama verdadeiramente esse mestre que nos pede para chamá-lo de amigo.


Essa força que diz que transporta montanhas, disse estar dentro, como que algo a espera de ser desperta, já que de fonte suprema e eterna daquele que nos criou oferecendo a oportunidade de vida, vivida no templo corpo e fora dele, já que a sua semelhança, trazemos em nossa essência algo que não fica no túmulo frio, mas segue existência afora, com essa força em nós movimentando nossa consciência por diversos estágios vibracionais, até o ponto de culminância, que como ele é, perfeito, sejamos nós também em nossa vivência.


A quem nele não crê pois pensa que não o conhece, essa força dormente aguarda em si, ao despertar para um novo dia no corpo que nos oferece oportunidades diversas, bem  podemos concluir com razão um tanto mais desperta que somos obra não de nós mesmos, ou dos nossos pais da terra, somos obras dele, deste pai supremo, que por ser divino nos fez espirito e com os elementos da terra corpo, e que maravilha a vista do amanhecer que nos extasia, só isso, e tudo isso, já é elemento despertante um tanto para essa força em nós, aos poucos evidentemente porque ela é um tanto conquistar-se em vida em tanta semeadura do pai eterno em nossa essência.


É  cura porque desperta valores postos em nós meio que adormecidos, para que com a força oferecida como primeiro impulso com discernimento,  nos descobrirmos como seres espirituais, tal qual é em sua eternidade Deus, e quando se encontra em nós essa força e ela avoluma por livre arbítrio, nossa alma exulta em si mesma e mais beleza agrega, sucumbindo as forças trevosas do nosso primitivismo angustiante, como que tomássemos a luz divina por empréstimo, nas oportunidades de vida, ampliando nossa vista sobre nós mesmos em uma trajetória como que posta em leis eternas, para serem observadas por nossa consciência ativa.


É como se a luz do mestre que nos instrui e ama tomasse nosso espírito, ressurgindo de espaço dentro de nossa consciência, nos animasse a procedimentos , com base no que em nós é divina força transformativa, poxa a consciência é algo física ? Se pensarmos a nível de matéria, energia também é matéria perceptível ou invisível aos olhos, o pensamento é força de alma que promove movimento de energias ocultas aos olhos físicos, porém é um composto como é o nosso corpo, de elementos produzidos pelo pensamento divino, que propicia o conhecimento do que nos é possível reconhecer, no estágio que estamos agora, porém essa força em nós é toda nossa, antes de sermos sempre foi divina.


Crer que, no mundo que dá contornos a nossa consciência nos remete a um plano lúdico e infinito, e não é com base nesta força nominada pelo mestre querido como nossa fé?, que prosseguimos nós seus seguidores após ele, vencendo as forças trevosas deste mundo e as que alojamos em nós mesmos por nossos equívocos, e não nos oferece ele mesmo como sendo caminho verdade e vida?, para que com ele despertemos em plenitude essa força que nos cura e salva de nós mesmos?


Ah eu não o conheço, nunca o ouvi, até gostaria para que se me curasse em minhas angústias, o que sabemos dele em suas palavras, que se houver uma ovelha desgarrada, ele a procura até que a encontre e fica muito feliz quando se faz encontro a ela, pois neste exato instante está buscando o abrigo do nosso coração, pelo espírito consolador da verdade que está bem vivo em nós, seguindo conosco até que os séculos sejam consumados, ou seja, até o ponto de estarmos  sendo um com o pai como ele é plenamente.


Então para ouvi-lo e para que desperte essa força qual chamou de nossa fé, que nos salva e nos cura, ja nos ofereceu um caminho  para meditarmos juntos,para sermos juntos, “ tudo o que fizeres ao menor dos meus pequeninos é a mim que o fazes” , e toma como seus pequeninos todas as almas viventes ora na terra ora nas dimensões espirituais, onde prosseguiremos nossa jornada infinda, seu presencial, em objetivo e individualizado, pode estar em nossos lares, naqueles que colocou a nossa convivência, onde fazemos no bem a eles com nosso maximo esforço discernitivo.

 

Ou nos chama pela voz chorosa e aflita dos que nos batem à porta pedindo pão, se damos e junto com nosso amor mais puro uma palavra de reconforto, é a ele que fazemos com nossa parcela de amar com discernimento, ate o ponto onde nossa vibração chega ao de encontro por nossas obras em nós mesmos, como resposta nossa as necessidades espirituais dos nossos semelhantes, sob o lastro desta força que ele nominou de fé, se pensarmos bem, quando o assistindo amando seus mais pequenos, reunimos força em nós mesmos para ouvir sua voz chamando-nos de seus amigos, e essa voz ressoa vibrante em nosso espírito a  reconhecendo, como sempre a tivéssemos ouvido

.

E talvez por amar e no compadecer aflito. Tua fé no Pai te leve a viver tanto amor, como vivenciou Jesus o Cristo. e o tendo ouvido no mais que aprendes, a ser o melhor de ti em seu sentimento, e por isso te chama de seu amigo


Namastê


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

12 Se felicidade fosse


Um encontro em um conto assim seria, traço deste eu e você em mesma busca por nós mesmos, dentro da realidade do que somos em função do que fazemos , diríamos que nossos anseios e sonhos se assemelham, nunca nos deixando aprisionar no histórico fatídico de nossos erros, sim sonhando enquanto construímos nos presentes recebidos da providência divina, realizações objetivas do amor que somos , desde nossa origem no supremo amor do criador de todas as coisas, todas nossas passagens seriam no porto do louvor a esse criador.

De certo que falaremos das descobertas em nós mesmos que realizamos durante o trajeto temporário no corpo físico, onde acertamos e erramos corrigindo acerto para pontos mais elevado de consciência e aos nossos erros por devida atenção no que seja próprio da lei “a cada um segundo suas obras” recolhemos como correção de rumo, oportunidades onde nós nos  redimirmos por orientação do Cristo, sendo norte para as açõe edificantes em nós mesmos.


Se ela fosse ter sem o querer servir seria forma egóica, vez que nossos melhores sentimentos cobram o ajuste diretivo todo tempo, do ponto mais simples de nossas ações, ansiamos correções que nos elevem ao ponto de encontro com consciências que possam acrescentar a nossa pouca sabedoria, outros elementos de elevação contínua, porque parada com desculpa de repouso, pode ser garra aflitiva de ociosidade dolorosa


Quando felizes acelera nossa pulsação divina, em momentos um toque de silêncio,  para que nós escutemos a nós mesmos em nossas mais íntimas necessidades, noutra, nos versos onde colocamos o lúdico de nossas existências, a felicidade passa a ser um conto edificada com perseverança, nos princípios que nos motivam a existência no físico e no espiritual, estando em um ou em outro ou nos dois integralmente na mesma contagem do nosso tempo.


Diríamos por direito de maiores acertos que o amor é a forma diamantada no bruto para ser lapidada, onde o ourives incansável é nosso próprio espírito quando nos contentamos em ser o pouco, nosso passo é lento rumo ao feliz estágio mais acima, no corpo a felicidade é feita de momentos, onde rimos ou choramos para depois lembrar de nossos reagentes em sentimentos, revoltados agregamos pesos que devem ser levados por nós enquanto na busca por felicidade no âmbito da verdade libertadora, entendemos pelo que sentimos, que o amor em suas nuances é encontro já marcado pelo nosso criador em que nos oferecendo oportunidade de exercitar o que somos amor no princípio que nos oferece, em tantos presentes, aqui e acolá, no corpo ou desligados dele. 


Tudo o que sinto desejo que desejes, no campo do amor fraternal construtivo de nós mesmos, porque amar nunca foi uma sinfonia solo, sempre no mínimo como dois interagentes, eu contigo com Deus sobre nossos anseios, nos dirigindo rumo a auto descoberta de nossos melhores sentimentos, agregados, juntos na lei maior de amor gerada pelo  amor supremo do senhor da vida.


Então se nos pareça distante de nossa condição de agora, a esperança futura é bem certa, visto que o amor pequeno adormecido em nossa essência muita vez, reclama, paciência, perseverança para o melhor entendimento,auto aplicação em si, resignação dentro da coragem no auto enfrentamento, são algumas das nuances em nós mesmos rumo ao amar de suprema forma possível, em semelhança ao perfeito amor do pai criador que ao amar sendo paciente nos convida a observância em nós mesmos desta lei suprema.


E quando digo que amo em suas diversas expressões de meu espírito, me medindo em todo sentimento que surge, podemos mensurar como imenso, sim, é símbolo de perfeição atingirmos a suprema compreensão do que é a felicidade a partir do ser que somos, espírito, que é vida e essa vida trago em mim, confesso, senão pleno intensificada sua luz em minha busca, partilhando os sentimentos que em mim encontro, porque sei, que na criação não existem privilégios, o supremo amor do pai assim determina pelo que sinto.


Então concluindo, se felicidade fosse chegar ao ponto de encontro, ainda assim seria incompleta, pois para a completude é necessário o caminho das experiências onde se exercitamos ser a melhor vista de nós mesmos, desde o ponto de origem do amor gerado em nós, para cada porto de experiências na jornada que Deus nos oferece ao espírito, que torna em semelhança a si eterno, deste ponto de vista conclusivo, podemos habitar na esfera vibracional dos espíritos felizes, ou amargando a quantidade de bagagem nos erros cometidos, de toda forma, a misericórdia divina sempre nos alcança, como está presente no nosso aqui e agora.


namastê 


"E quando nós medimos o que sentimos e dizemos, é imenso.

A felicidade toma corpo, empresta a forma de teu sorriso

e eu que vivo e te trago dentro de mim confesso.

Sou feliz" * este ultimo verso foi escrito em 12 de março de 2008*



s


11 Nossa busca por verdade


Na busca por verdade do que seja, me afligem tantas situações íntimas, porque me obriga a consciência encontrá-la em minha própria essência, ou seja, a verdade sou porque não somente anseio, tomo rumo por renovar tantos valores que antes tinha e hoje já perderam a serventia, ou deixaram vestígios importantes onde tomo por luz minhas sombras, me aprimoro enquanto me amo como é de lei eterna dentro da imortalidade do espírito, assim ela repousa em mim mesmo para ser redescoberta, porque de antes me impressiona os impulsos que ainda tenho.

Nunca é possível deixar de refletir a imagem num espelho, o que se posta frente a ele pode ser belo ou chamado feito, se bem que a feiura quando se entende vida não existe em seres que são únicos no universo da forma e do espírito, todos têm seu grau de letargia no qual por preferência a inconsciência de si até que a dor por despertante de amor obrigue ao movimento íntimo que busca verdade de ser, é irrecusável o convite para a alma, pois ela com sua vista poética por vezes, lúdica vivência que anseia, como se visse a felicidade alheia, nos que perseveram em amar no caminho de vida, sorriem com facilidade diante das asperezas do caminho, parecem seres à parte dos tristes em desalento continuado


Tens a vida ou ela nas ilusões te possui, na busca por verdade do que sejas, sempre te libertas, vezes da tristeza, da dureza no entendimento do que sejas, noutras dos estágios primitivos que ainda estejas, sem que sublimes em pureza, pensamentos e atos, pela porta que abrimos em nós mesmos aí encontramos modificações conceituais urgentes, onde abrigamos depressões por vitimismo, clareamos com otimismo de quem oferece seus valores mesmos pequenos em virtudes a própria existência, que em última análise quando os espíritos estende-se ao infinito.


E isso não é conta do nosso espírito, mas de outro, de condição crística que asseverou algo transcendente ao corpo transitório, quando afirma um pedido que fez naquele momento de sua tarefa planetária, pediria que nos fosse enviado um outro consolador “o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque Ele vive convosco e estará dentro de vós”. e complementa o ensino transcendente traçando para nós outros um parâmetro temporal, “ estará convosco até a consumação dos séculos”


Esse espírito abre a porta do que somos para nós mesmos, filhos do pai eterno enquanto herdeiros do universo, e tudo o que somos levamos com bagagens adquiridas por constante determinação, para alem desta passagem breve pelo templo corpo, que após pode ser aflitiva para nossa consciência se diante dela no espelho qual nos vemos, nos acuse de perda de tempo precioso nos deixando ficar no campo do instinto, sem sublimá-los ao campo das virtudes que são tesouros que podemos reservar em nós mesmos, quantificando as qualificações pelo exercício constante de nos amarmos uns aos outros


Reunimos amar aos que chamamos de amigos, somos instados pela consciência deste amor a considerar uma postura amorosa, aos que não dividem conosco a mesma proposta de vivências, de pensamentos em crença, dentro de uma fé raciocinada que indica o caminho para a harmonia íntima quando conseguimos nas nuances de amar ser amor aos nossos inimigos mais vorazes, que muita vez nos querem junto deles nos seus enganos discerníveis, dentro dos primários instintos, porém a verdade libertadora nos oferece intuição como faculdade para estabelecer parâmetros de amar como ações nossas junto aos nossos semelhantes .

 

Isso traz uma luminária irradiante desde nossa intimidade, como se fossemos nos tornando de pirilampo a estrela celestial, em manifesto a vista doutros, sem a presunção é claro de tornamo-nos seres à parte da criação, privilegiados, mas sim estando nela como nos ensina o divino amigo que coordena toda ação do nosso melhor sentimento junto a humanidade. No amor a Deus, ao próximo e a nós mesmos. E pelo caminho que nos conduz o amor, encontramos pouco a pouco em nós as determinações do senhor, e muitas vezes na forma silenciosa de uma prece sem palavras, onde nosso espírito integralmente se dobra ao senhor da vida que fez nossa.


Então sigo na busca da verdade pelo caminho do sentir., meu ser te sente, vezes comigo vezes ausente. Na busca da verdade que é igualitária forma distribuída pelo espírito de verdade a toda  gente. Seguindo pela mesma estrada, cada vez mais conscientes de nós mesmos diante de nossa existência espiritual enquanto no físico e fora dele, como que voltados para o ponto de nossa origem com agregados  virtuosos segundo nosso livre arbítrio


Que o que sou é o que sinto então ser o que sinto é a questão posta para tua avaliação, bem podes encontrar similaridades em nossa busca por nós mesmos, conceituações semelhantes, coisas ocultas a nossa vista quando em prova que nos eleva, ou ainda forma mais perfeita de entender os sentimentos expressos nas palavras, escritas ou ditas por nossas almas.


Sinto que te amo e digo com verdade de mim mesmo. do amor tenho posse definitiva pois o amor supremo que me oferece vida assim me fez, mas como o amor nunca é solitário, precisa de ter o ser que ama e o ser amado, e as unidades dispostas sempre a ser um no amor , o próprio amor nos torna capazes de ser um, pois a expressão mais perfeita posta entre nós na terra pelo Cristo vivo de Deus é que o espírito de verdade qeu ele pede para ser um outro consolador, permaneceria conosco até a consumação dos séculos e que no marco temporal do nosso aqui e agora, o identificaríamos em nós mesmos, 


Pois então a verdade do que somos repousa em nós, pelo espírito de verdade ...


Pax e lux



10 O que mais nos felicita



Nos permitindo entrar pela estada na compreensão, vamos angariando uma espécie de reconhecimento intuitivo, onde olhar para outro ser se torna movimento de aprendizado sobre si mesmo, já que reconhecemos no outro algumas limitações e elas se não mais as temos, já tivemos, por isso as avaliações devam ser sem julgamentos. Quando silenciando o ego nossos olhares traduzem nosso estado íntimo, e o olhar que olha para uma alma sendo apenas outra, penetra em seus segredos mais íntimos, sem violar o direito a sua intimidade.

Isso somente se dá em sequência de amar, onde o campo é de vasta aplicação em nós mesmos, diante da penúria alheia o que ocupa o coração que ama é a compaixão, nela se perdoa a agressividade impensada, sem impor condições, pois em parte nas nossas experiências em equívocos anteriores bem podemos ter passado por um estado de estar equivocado com a mesma intensidade, bem sabemos que não está no nosso  alcance, mas é de nossa natureza íntima essencial amar pela força do amor, e quando tocados pela compaixão já surge o perdão incondicionado.


O que mais nos felicita então sempre está bem dentro a nível de nossos sentimentos, quando oferecemos a vida respostas ponderadas e com equilíbrio, no versar do amor em toda açao passamos a setir o pulsar do amor nas nuances de diversos sentimentos, que constituem uma diretriz interna para nossas expressões emotivas, sentir amar é reconhecer nossa auto construção como que abraçados por uma sutil energia que produz a alegria do abraço dado e no recebido como retorno.


Sempre abertos para sentir o outro, absorvendo nossas lições na convivência, ja concluindo que ainda em nosso estágio não acertamos em tudo, quando temos essa consciência de nós mesmos o julgamento aspero junto ao outro não ocorre, sempre avaliamos as situações de vida com serenidade, com o mental aberto para o dar de forma justa e equilibrada e o receber, pois  em tudo que fizermos nos retornam os efeitos, como lei de eterno alcance, compreender então o que fazemos com o que sentimos, é o que provê ao nosso espírito a paz duradoura o equilíbrio, tendo a alma sempre pronta para ouvir e contar história


O sentir é algo belo, compreender o que sentimos e o que fazemos, impulsionados por amar a nós mesmos e ao nosso semelhante, produz efeitos que nos felicitam, e essa felicidade só pode ser multiplicada como frutos de nossas ponderações sobre nós mesmos, ampliando assim o leque composto por nossas responsabilidades frente a vida, e as ações decorrentes de nosso desenvolver da compreensão mais precisa, o toque do sentimento nobre que sempre surge de nossa essência, impulsiona a realização, e um sentimento de completude íntima, de auto aceitação da instrução virtuosa surgida, nos anima a prosseguir resolutos, até antevendo a felicidade futura com base no bem estar de agora.


Consciência tranquila dirão muitos, complementada por um profundo e verdadeiro sentimento de paz interior que nos preenche,as manhãs serão sempre belas com todos os seus desafiadores momentos transformativos, que invariavelmente ocorrem quando mais se compreende o que eu faço no meu aqui e agora, sigo em frente combatendo o bom combate, desalojando  de nos culpas paralisantes, não vai mais nos amedrontar em função do desenvolver a força interior preexistente, que é de fonte divina, de onde foi dito ao nosso espírito, Seja e aqui estamos neste exato momento cósmico.  


Nos felicita o processo de autoconhecimento pois a nossa vista se descortina o campo de potencialidades adormecidas, e como o músico que expõe seu talento em notas musicadas, nossa sinfonia vibracional a outras se ligam, e realizações em nós se multiplicam, pelo trato operoso em ponderações sobre nossas intimas emoções, onde passamos a sentir o entender sua origem


Me torno a brisa acariciante e o perfume que traz contentamento, calma que busca ser lume, um ponto de parada em equilíbrio para o desassossego, alguém que conta enquanto faz história, um riacho de águas cristalinas, puras, que como em si traz disposição intuitiva de seguir em frente para chegar ao oceano da sabedoria, descobrimos o pulsar do universo em nós, e o sentimento de ser parte, de ser filho da criação divina.


Sabendo pelo uso da razão e inteligência o que nos felicita, seguimos nesta busca por nós mesmos até atingir o grau de perfeição em nossos pensamentos e atos, como é o convite do sublime peregrino, Jesus, “Sede perfeitos como vosso pai celestial é perfeito” só então, logramos encontrar em nós todos os reagentes que mais nos felicitam.


Enquanto ação nossa no universo infinito de possibilidades em sementes, semeadas pelo divino agricultor, cujo trato em nossas responsabilidades mais diretas, possibilida o germinar de todas elas, e assim oferecermos os frutos do nosso melhor entendimento, para que sintamos a felicidade das realizações em todas as nuances de amar.


Namastê  




quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

9 o preço da esperança



Para oferecer é preciso viver e vida em esperança é um tanto confiança, fé, determinação onde se alcança não para ter mas, para estar compartilhando. É uma prece por vezes sim, porque se pede confiante que o futuro lhe reserva como efeito do que seja no que faça, é portanto ação da alma junto a outras almas. É dar para receber por vezes aquilo que já tenha instrumentalizado em si como força de origem que move o querer para ser o que deseja a si na entrega ao outro.


Pinça o ser amor nas palavras ternas que surgem no espírito da letra, a quem entenda o que sinta, pois a esperança é caminho do sentimento que se eleva, do ponto em que está o seu desejo para o que de encontro consigo mesmo, vez despertas todas as potencialidades adormecidas, nesta vista esperança é ação em si mesmo, e o preço que ela cobra é dar para ter recebimento.


Há sempre dividendos já que ela se baseia no sentimento de amor que tem outras matizes de cor importantes , e em cada uma um movimento de esperança, na fé que se tenha sobre vida futura, na razão da semeadura por arbítrio agora, no antever em cada ato de bondade outro ato que em si receba, vezes não sabendo donde venha, como uma força que ajuda quem se ajuda e se importa com mais alguém além de si mesmo.


Veja, bem podes perceber a minha e julgá-la não sua, porém por merecimento ou graça de origem divina em nós sedimenta a procura, de ser para ter mais para dar, sermos lúcidos em questão de nossas crenças, sem impor ao outro nossos conceitos, sim respeitar o ritmo do outro, pois nele está ou pode estar a semente da esperança ainda nos primeiros estágios germinantes.


È um tanto não acomodar-se inoperante, noutro a desenvoltura de a estar semeando de diversas formas, ao olhar aflito o consolo luminoso de um sorriso que seja, ao abatido pelas tantas lutas íntimas ficando depressivo, o socorro urgente do ser  todo ouvidos, o preço que ela cobra é estar presente tornando a dor do outro em seu aspecto de lenitivo, para a rude viagem por vezes no corpo físico, e noutra como consolação em verdade para os que se desligam deste, e na mesma vista para os que ficaram lacrimosos.


E a esperança só pode ser vivida com a vista de futuro agora, ela se encontra o real da continuidade da existência de sua esperança vive laboriosa investindo sempre generosa oferta não se acanhe  siga em frente, o portal do amor nunca se fecha


Trabalha e confia

Namastê






 





8 Vez do silencio

 

 
Sua aparencia pode ser essa quando o seguimos
ou essa quando nos chama a proximidade dos seus pequeninos


A amizade sempre se anseia quando o toque da solidão angustiante se quantifica quando chega; vezes nas vivências nos encontramos neste silenciar algumas vezes aflitivo, pois nos remete a sentirmos o toque de angústias e medos, infundados é certo, mas não vemos assim quando nossa alma chorosa reclama.

Um amigo chega não se identifica de onde e porque razão, visto que o sentimento em solidão muitas vezes cega a própria razão, ele sente nossa intimidade, nossas angústias e receios compassivo e paciente compreende-nos e toma como sua por sua leveza de alma, nossas dores e desenganos, muita vez não tendo resposta precisas, entanto dentro da nossa necessidade sua presença, ouvidos e paciência nos preenche de novas energias.

Esse aconchego que muita vez julgamos imérito, porque a ele nada trouxemos de bom, nos constrange e nos remete a repensar nossos valores, algo dentro se movimenta na diretiva de melhor compreensão do que sentimos e vemos no correr de nossa comum historia que tudo passa, e o que fica é a lembrança como dádiva divina do amigo atencioso.


É um tipo de silêncio íntimo qual vozes reiteradas nos incitam a vitória sobre nós mesmos, porque descer vibracionalmente por vezes é lição de vida para um reagente divino dentro que nos incita a subida, mas como nos situamos muita vez no coitadismo, acomodados em nossa bolha, não vemos a saida ai chega alguém que rompe nossos paradigmas e oferece uma saída como que nos estivesse impulsionando por um choque beneficente da mais pura atenção a nossa dor.


Pode ser também o trabalho solitário do escritor, que num livro em prosa e verso conta das belezas circundantes que muitas vezes nas nossas angústias fechamos nossa vista. O verbo muita vez inspirado pelo espírito de verdade que todos temos em nós, como que inspira o amigo que chega, pois unida a compreensão de ter amigo é preciso que o sejamos sempre que a intuição formando na razão nossa indique a necessidade do outro.


Sem nos oferecer a solução fácil e de pronto por sua presença que se traduz em amparo de alguém mais acima que se interessa pela nossa dor, e pela necessidade do outro de estar sendo amigo, não nos oferece alimento mas dá o pão que nos sustenta o espírito, portanto deste alimento que nos fortalece nas horas nossas de necessidades é aqui qeu discorremos sobre elas, é algo comum a toda criatura ser amigo antes de sentir que tem, sempre é dando que se recebe justo retorno.


É aquele envolvimento que não diz; mas sentimos que está sempre nos aguardando prazeroso no intuito de dar o que tem em si.Tem a palavra certa no nosso momento difícil, o riso quando  divide festa interior por puro prazer de se fazer presente. Se poeta, divide os seus versos quando se faz em poesia, é alegria condicionada em cada parágrafo como fosse uma construção da luz de sua essência, que esquecemos nós  muita vez que a temos em semelhança para sempre ser.


O amigo verdadeiro sempre traz a verdade de si como uma luz acariciante a nossa alma, nos incita a perseverança paciente com qual se alcança no próximo movimento de lua a rigidez da coragem, da resignação enquanto necessidade nossa, da paciência pois nos oferece o futuro no presente, e sentimos que este amigo que se dá a nós é para sempre .


Não é alguem que nos tenha por criticas, sim por dedicado desvelo, por nossa ventura em devotamento, sempre generoso em sua instruções, mesmo que não o busquemos com a intensidade de nossas necessidades intimas, parece que nos conhecem mais profundamente do que nós nos conhecemos, e se apresenta amoroso e como um sublime instrutor de vida orienta paciente sempre, como cultivando uma semeadura dele mesmo em nossos corações.


Paciente nos acode o pranto e nos chama à razão com base nos nossos próprios sentimentos quando a confusão intima impera, cegando-nos para a saída das situações aflitivas, porque nos conhece e sabe de sua própria semeadura, antevê a árvore repleta de flores e odores gratificantes que seremos depois da prova que faz com germinam as forças maiores de nossa alma, diante das situações vividas, é um amigo que por vezes envia seus prepostos, noutra segundo nossa necessidade pessoalmente se apresenta.


Afinal há um bom tempo quando do seu educandário iluminativo para toda alma, asseverou, “aqueles que me amarem eu me manifestarei a eles”


Nos oferece o braço para renovar as  forças para que possamos levantar por nós mesmos,  depois caminha por algum tempo ao nosso lado. Não é alguém que faz por nós mas nos indica como.Diz sempre que somos mais porque sabe que seremos, acredita em nós como quem vê um amigo muito querido, depois como se antevisse nossa felicidade nos aconselha a seguir em frente sempre, pois o tempo que nos indica que será nosso amigo, é sempre.


Sabe que nos encontraremos em harmonia plena, quando buscamos como se batessemos a uma porta que se abre ao nosso auto conhecimento,  mesmo que passando por momentos tempestivos.Faz do verbo força de renovação sem dar o pão e é alimento.


Amigo é assim, às vezes fala no silêncio sem dizer mas sentimos perto…


Falamos aqui do amigo de sempre Jesus, o Cristo, filho do Deus vivo. Já o encontramos a que tanto dentro de nós mesmos?


namastê


7 A partir da compreensão

Querendo uma linguagem lúdica que detenha em si contentamento pela oportunidade de vida, nos inserimos almas viventes a meditar sobre nossos feitos, os bem feitos e os nem tanto, pois esses equívocos quando não nos barre por demais a culpa, são ensinos preciosos que nos remetem a melhor compreensão do porque aqui estamos em repetidas vezes, ora reformulando os primeiros princípios que nos movimentam a consciência de ser, ora nos ligando pelos liames da ternura, quando percebidos os mesmos impulsos na diretiva do amar que temos.

Nossas afinidades nos aproximam, e por elas estabelecemos uma espécie de comunicação segura, com base nos princípios que nos movem vamos encontrando similaridades em nossos pensamentos e em estando próximos nos ligamos, mente a mente, no mesmo propósito, falo aqui não somente do que escreve ou do que dita alguns valores a serem considerados, isso vai mais além do que a vista comum alcança, há um outro espírito vivente no seu aqui e agora nos lendo e revendo seus mais íntimos valores.


Não nos sobra sabedoria, entanto tampouco nos falta coragem para o auto enfrentamento de nossas incongruências em nosso campo íntimo, por essa razão de coração e mente aberta aqui nos colocamos a disposição de quem procura, com tudo o que temos, nem tanto sábios nem tanto ignorantes de nós mesmos, apenas almas viventes que se afinizam no mesmo propósito de mais amar, mais compreender o que seja esse sentimento que se torna lei ao nosso coração e entendimentos.


Nas lutas divididas encontramos antigas virtudes de alma no acervo de tantas experiências vivenciadas, lutas que em semelhança nos trazem ao mesmo caminho para nos compreendermos e atuarmos como mestres de nós mesmos, claro que sob o parâmetro meditativo e prático absorvidos dos ensinos de Jesus, muito embora nos situamos agora como almas esforçadas para compreender e realizar a própria história já com alguns arquivos vivenciais fixados na alma, situamos dentro da humanidade como a afirmativa de que na terra de expiação e provas, ainda estamos entre nossas injustas posturas.


Quanto se reveja a vida desde esse pequeno espaço o amor desde que se permita vivo, mais compreende o outro e a si, e sentimentos de profunda compaixão sempre ocupam nossa atenção quando os sentimos em nós, os viajores imortais enquanto espíritos viventes, passam por situações muitas vezes dolorosas sem entender que são uma lição de vida, um instante dentro da eternidade sentida desde suas interação consigo e com outro viajante, sem julgamentos, sim momentos em que o amor pede uma doce palavra de reconforto e instrução baseada nas experiências de vida


Amor que se tiver vivido, filho que se tiver amado, ainda há aqueles que a vista dos outros cerceiam dizendo: - Ah se não fores perfeito o inferno terás como abrigo para todo sempre.

Como se o supremo amor de Deus confinasse  parte sua obra para um lugar de dor infinda, de inquietações intermináveis, ora se compreendemos nossa necessidade de amar para nos sentirmos íntegros e felizes, quanto mais aquele que pensou, criando todas as coisas, inclusive essa íntima necessidade nossa de compreender o amor em suas práticas aplicações, vezes na forma de uma palavra escrita ou dita surgida dos sentimentos que em processo de elevação são vivenciados nas oportunidades de vida.


Nossas lutas dia a dia não são quimeras ou estamos a sós sem assistência fraterna, sempre nos ocorre quando tocados por compaixão, que outros sentimentos atrelados surgem da nossa essência, promovendo maior compreensão de vida, o porque do tempo aqui e agora, porque sentimos que necessitamos de maior compreensão e a buscamos nos fatos vividos. O filho precisa desenvolver devotamento, precisa ser amado para aprender a amar, assim vai repetindo suas experiências por eras muitas vezes, quando se atrasa na compreensão de ser


Assim se nesta linguagem trago o que sinto de todas as eras,umas que já fui pelo verbo preposto com gosto, noutras onde resvalei nos enganos tanto se me senti por um tempo no averno, tudo sendo um caminho ao meu espírito oferecido como oportunidade auto avaliativa de acertos e equívocos, pouco buscando fora o que me motiva, sempre dentro no campo dos sentimentos que trago, para melhor compreender-me diante de mim mesmo.

Terra, a mãe generosa com sua natureza dadivosa, pajelança fazia desde criança, porque sentia algo divino dentro. Depois de tantas eras até aqui, a compreensão me trouxe que, por ser livre penso, logo existo em meu voo ascensional, recolhendo todos os efeitos que se tornam obrigatórios


A grande mente que tudo compôs.E neste dobrar consciente o seu amor me afaga, e a minha alma que busca enfim a si mesma e se encontra.Nos abraços dos instantes ressurge o anjo adensado no templo onde temporariamente orbita meu espírito,corpo físico, que torna ao pó enquanto em meu voo prossigo.


E todo o universo conspira para que nos encontremos dentro de nós mesmos...

" Se eu falasse a língua dos homens e dos anjos e não tivesse amor eu nada seria"


namastê